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A VARÍOLA

 

A varíola doença causada pelo vírus, pode apresentar-se sob a forma cutânea ou diftérica.

Esta doença aparece com maior frequência entre os finais do mês de Julho e do mês de Setembro e transmite-se unicamente por contacto directo, com alguma frequência durante o transporte para os locais da largada.

Os sintomas

  A forma cutânea, é caracterizada pelo aparecimento das chamadas “poquettes”, que mais não são do que ampolas cutâneas de aspecto verrugoso. Aparecem nas zonas de menos densidade de plumagem, principalmente ao nível da cabeça, mas também ao nível do externo e das patas.

Esta forma reveste-se de pouca gravidade e curar-se-á de forma espontânea em cerca de um mês, sem deixar lesões, para além de uma má oclusão das pálpebras caso as “poquettes” se tenham localizado sobre as mesmas. Neste caso é normal o aparecimento de uma conjuntivite de carácter crónico.

A forma diftérica, traduz-se pelo aparecimento de falsas membranas sobre a face interna do bico, e da base da língua, que exalam um odor nauseabundo.

A proliferação destas falsas membranas pode provocar a interrupção das funções digestivas, levando à morte por inanição.

A varíola pode igualmente evoluir, simultaneamente, sob as duas formas ou o que é menos comum com uma sintomatologia de carácter respiratório, dificilmente distinguível de uma coriza (espirros, descarga nasal e inflamação dos sinus infra-órbitarios).

O tratamento

Caso não se tenha feito e a doença se declare, então saiba que não existe qualquer medicamento que actue directamente sobre o vírus e por isso, o único tratamento aplicável é de carácter sintomático ou seja destina-se a tratar os efeitos nefastos resultantes da presença do vírus.

As lesões, após remoção das pseudomembranas na forma diftérica, ou das “poquettes” na forma cutânea, deverão ser tratadas diariamente com algumas gotas de C.A.P. Gotas, para combater as infecções secundárias.

C.A.P. Gotas, é um colírio desinfectante para o tratamento das infecções e inflamações dos olhos e das narinas.

As medidas de acompanhamento

O vírus da varíola, permanece viável durante muito tempo (6 meses a 1 ano), após ser ingerido juntamente com o sangue por um parasita externo (piolho, ácaro, mosquito). Por esta razão a prevenção e o controlo dos mesmos, são medidas importantes na prevenção da doença.

FLORATONYL com extracto de fígado (20 gotas por cada litro de água de bebida, duas vezes por semana), reforçará a resistência das mucosas à implantação do vírus e tonificará o organismo de forma a acelerar a formação de anticorpos permitindo minimizar os sintomas a acelerar a recuperação da saúde da colónia.

Uma das principais complicações das doenças a vírus, são as infecções oportunistas ou infecções secundárias, as quais perante um organismo já de si debilitado pela acção do vírus, assumem um perigo real.

Sulfadimetoxina sódica 7,5 g; Trimetoprim 1,5 g (uma colher das de chá por cada litro de água de bebida, durante 7 a 10 dias), iniciando-se a administração 15 dias após o inicio da varíola, garante uma prevenção eficaz das infecções secundárias.

Por fim não devemos esquecer a importância de uma boa prevenção das doenças parasitárias (tricomonas, coccidiose, ascaridiose e capilariose).

 

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